hoje eu comecei o dia vendo thomas crown, e eu tenho a dizer, eu adoro essa pira de mistério e sedução e apostas, e blefes. claro que na hora eu não sabia, mas esse filme acabou me lembrando uma coisa bem curiosa ao longo do resto do dia: paixões arrebatadoras e amores maiores do que a vida são inacreditavelmente raros; eu infelizmente já achei ter tido vários (só pra depois descobrir quão ingênuo eu tava sendo); e lembrando aqui agora de todos os meus vários, todos eles começaram assim, ou pelo menos foram por um tempo assim: simplesmente perfeito como num filme.
e como todos acabaram eu me pego pensando: será que é assim sempre? será que o thomas depois de 2, 3 anos fica chato, monótono, substituível? se fizer a continuação desse filme, será que vai ser ele solteiro e puto com a investigadora?
eu pelo menos posso dizer isso, ainda gosto muito de todas as minhas paixões, e torço bastante por elas; apesar de nitidamente elas não ompartilharem o sentimento (não todas pelo menos); mas eu só não consigo conceber como uma pessoa que foi a pessoa mais importante pra mim durante meses, ou em alguns casos anos, deixa de ser relevante, passa a ser um passageiro, um número, um estranho.
só não dá.
Friday, 31 May 2013
Wednesday, 29 May 2013
se pá hoje eu descobri porque eu só gosto de gente errada; talvez..
não que eu vá deixar de gostar, mas pelo menos agora eu sei porque..
olha que eu não sou de admitir derrota, mas sinceramente, nunca foi tão certo perder alguma coisa; tô até feliz de estar errado, sem mais mesmo.
cheio de aniversário essa semana, tenho que agilizar esses presente na real, mas tá complicado, desde segunda lidando e até agora nada;
p.s.: tô me conformando em jogar de pala pra sempre agora, deu de reroll; e tá todo mundo proibido de jogar com a minha classe, sem mais.
não que eu vá deixar de gostar, mas pelo menos agora eu sei porque..
olha que eu não sou de admitir derrota, mas sinceramente, nunca foi tão certo perder alguma coisa; tô até feliz de estar errado, sem mais mesmo.
cheio de aniversário essa semana, tenho que agilizar esses presente na real, mas tá complicado, desde segunda lidando e até agora nada;
p.s.: tô me conformando em jogar de pala pra sempre agora, deu de reroll; e tá todo mundo proibido de jogar com a minha classe, sem mais.
Tuesday, 28 May 2013
calma
tô pensando aqui agora: eu sou (e sempre fui) uma pessoa explosiva, grossa, direta, e até alguns diriam até descontrolado.
eu lembro quando a minha vó morreu, me ligaram de manhã e falaram que ela tinha sido internada; na hora não me ocorreu que podia ser mentira, mas depois que eu descobri obviamente fez todo o sentido do mundo. e quando eu tava chegando em lages me ligaram de novo, e me disseram que ela não tinha sido internada, ela já tinha morrido; mas claro, a gente não teria tido condições de viajar de floripa até lages sabendo disso.
mas o que eu nunca entendi foi: por que pra mim? quem foi que achou que eu ia saber lidar melhor com a situação do que o resto das pessoas que tavam comigo? tinha meu tio, minha tia, tinha até mais gente, mas não, foi pra mim. eu nunca tinha tentado achar uma resposta pra isso, mas hoje eu me botei a pensar e vi que alguém sabia disso antes de mim, alguém que me ligou, ou que disse pra me ligarem, tinha plena consciência disso antes de eu mesmo saber que eu podia agir assim;
eu sou extremamente chorão, eu choro vendo rocky, vendo lotr, vendo cdz, choro no final de novela, choro às vezes simplesmente porque faz muito tempo que eu não choro, e eu tô precisando chorar. e eu acho que por chorar tanto, e lidar tanto com emoções que são maiores que o meu poder de controle, eu acabei aprendendo a reprimir tudo isso quando preciso.
e nessas horas eu me lembro sempre de equilibrium, principalmente do preston; o jeito que ele é sensível a TUDO que acontece, que o simples sol de manhã é motivo pra se descontrolar, e até mesmo perder a razão (ou a compostura) e depois não se envergonhar disso, mas abraçar esse sentimento, deixar ele fluir dentro de ti, sentir com todo o corpo (e a alma) a alegria (e a tristeza) tomar conta do seu ser.
mas daí tudo dá errado, e tudo tá perdido, e não há ninguém mais que possa te salvar, e então ele respira, para de sentir e diz:
-no, not without incident.
essa cena "literalmente" explodiu a minha cabeça na primeira vez que eu vi, pra mim é o momento mais genial do filme, muito provavelmente, claro, pelo fato de que eu me identifico horrores com ele, mas pqp é muito foda.
e esse sou eu: porque quando todo mundo perde, eu sou a pessoa que mantém o controle. e eu sou terrivelmente bom nisso.
eu lembro quando a minha vó morreu, me ligaram de manhã e falaram que ela tinha sido internada; na hora não me ocorreu que podia ser mentira, mas depois que eu descobri obviamente fez todo o sentido do mundo. e quando eu tava chegando em lages me ligaram de novo, e me disseram que ela não tinha sido internada, ela já tinha morrido; mas claro, a gente não teria tido condições de viajar de floripa até lages sabendo disso.
mas o que eu nunca entendi foi: por que pra mim? quem foi que achou que eu ia saber lidar melhor com a situação do que o resto das pessoas que tavam comigo? tinha meu tio, minha tia, tinha até mais gente, mas não, foi pra mim. eu nunca tinha tentado achar uma resposta pra isso, mas hoje eu me botei a pensar e vi que alguém sabia disso antes de mim, alguém que me ligou, ou que disse pra me ligarem, tinha plena consciência disso antes de eu mesmo saber que eu podia agir assim;
eu sou extremamente chorão, eu choro vendo rocky, vendo lotr, vendo cdz, choro no final de novela, choro às vezes simplesmente porque faz muito tempo que eu não choro, e eu tô precisando chorar. e eu acho que por chorar tanto, e lidar tanto com emoções que são maiores que o meu poder de controle, eu acabei aprendendo a reprimir tudo isso quando preciso.
e nessas horas eu me lembro sempre de equilibrium, principalmente do preston; o jeito que ele é sensível a TUDO que acontece, que o simples sol de manhã é motivo pra se descontrolar, e até mesmo perder a razão (ou a compostura) e depois não se envergonhar disso, mas abraçar esse sentimento, deixar ele fluir dentro de ti, sentir com todo o corpo (e a alma) a alegria (e a tristeza) tomar conta do seu ser.
mas daí tudo dá errado, e tudo tá perdido, e não há ninguém mais que possa te salvar, e então ele respira, para de sentir e diz:
-no, not without incident.
essa cena "literalmente" explodiu a minha cabeça na primeira vez que eu vi, pra mim é o momento mais genial do filme, muito provavelmente, claro, pelo fato de que eu me identifico horrores com ele, mas pqp é muito foda.
e esse sou eu: porque quando todo mundo perde, eu sou a pessoa que mantém o controle. e eu sou terrivelmente bom nisso.
Subscribe to:
Posts (Atom)